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Seção: Projetos  

Instituto Tecnológico da Vale seleciona projeto do Grupo de Tecnologia Mineral e Ambiental da PUC-Rio


Parceria é forte estímulo à geração de conhecimento e à formação de recursos humanos em Biotecnologia Mineral

 

O Grupo de Tecnologia Mineral e Ambiental da PUC-Rio foi selecionado pelo Instituto Tecnológico da Vale (ITV) com proposta na área de Biotecnologia Mineral - Estudo do Uso de Biorreagentes na Bioflotação de Apatita, Dolomita, Calcita, Hematita e Quartzo.

Quando o ITV foi criado, realizou consultas a alguns grupos de pesquisa; após a submissão das propostas, o grupo da PUC-Rio teve seu projeto - de cinco anos - aprovado, que começou a vigorar no início deste semestre. Duas bolsas de doutorado, uma de pós-doutorado e uma bolsa de mestrado já foram implementadas.

- O projeto foi importante para a complementação de bolsas, que estimula a formação de recursos humanos qualificados, e para a identificação de bons alunos motivados a trabalhar na área de beneficiamento mineral, avalia o coordenador do grupo, professor Maurício Leonardo Torem, do Departamento do Departamento de Engenharia Química e de Materiais. A Vale, por sua vez, ganha com a geração de conhecimento em beneficiamento na área de fosfato e minério de ferro.  

 
 Professor Maurício Torem, à frente das pesquisas, é também primeiro editor-chefe latino-americano do <EM>International Journal of Mineral Processing- crédito: Renata Ratton/ Vrac</EM></STRONG><STRONG>
 Professor Maurício Torem, à frente das pesquisas, é também primeiro editor-chefe latino-americano do International Journal of Mineral Processing- crédito: Renata Ratton/ Vrac

O biobeneficiamento mineral tem importância significativa dos pontos de vista ambiental e econômico, pois objetiva a substituição parcial ou total de reagentes químicos, denominados coletores, por biorreagentes, na operação de flotação mineral.

Segundo Torem, por se tratar de substâncias químicas, os coletores tradicionais podem apresentar algum tipo de toxicidade e ter alto custo: “A introdução das biomassas ou micro-organismos como reagentes possibilita redução de gastos com tratamento e impacto ambiental”, salienta.

Os estudos em bioflotação tiveram início em 2000 – ano em que foi gerada a primeira tese de doutorado sobre o assunto, em parceria com o Cetem/MCT-, e visavam pesquisar a viabilidade da utilização de micro-organismos. Com o financiamento do CNPq, o grupo já havia realizado um projeto que tratou da Bioflotação de Magnesita, Calcita e Brita, usando Rhodococus opacus como biorreagente.

 

Por Renata Ratton

Assessoria de Comunicação

Vice-Reitoria Acadêmica

Publicada em: 02/10/2015

 
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